sábado, 17 de maio de 2008
Sobre modelos educacionais
Esta é para quem vê fundamentalismo em cartilhas de alfabetização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) e em escolas de povos árabes, porém vê o sistema educacional dos Estados Unidos como modelar:
A "adoração a George Bush", acima, faz parte da rotina de orações de crianças a partir de 06 anos que freqüentam, todos os anos, em Devil's Lake, no estado da Dakota do Norte, nos EUA, o acampamento de verão "Kids on fire", organizado pela igreja pentecostal estadunidense.
Todo esse fundamentalismo evangélico foi revelado por Heidi Ewing e Rachel Grady, diretoras de "Jesus Camp", que ano passado perdeu o Oscar de melhor documentário para "Uma verdade inconveniente", de Al Goore. "Jesus Camp" trata da relação entre religião e política nos EUA, além de aprofundar temas discutidos pelas diretoras em documentário anterior.
O documentário, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Tribeca, narra a rotina, no acampamento, de Rachel, de 9 anos, de Tory, de 10, e de Levi, de 12, três seguidores da teologia do cristão renascido, e de Becky Fischer, a pastora que ensina ao seu rebanho infantil que Harry Potter é discípulo do demônio e que o aquecimento global é um mito da ciência. Fischer ainda obriga seus educandos a carregarem fetos de plástico em manifestações contra o aborto. No "Kids on fire" as crianças são preparadas para se tornarem "soldados do exército de Deus" e para recuperarem, em nome de Cristo, os EUA.
Segundo a Folha de São Paulo, "A imprensa americana considerou o filme um retrato contundente do fundamentalismo pentecostal nos EUA e de sua perigosa ingerência na política do país".
A apresentação de "Jesus Camp" pode ser conferida aqui.
A "adoração a George Bush", acima, faz parte da rotina de orações de crianças a partir de 06 anos que freqüentam, todos os anos, em Devil's Lake, no estado da Dakota do Norte, nos EUA, o acampamento de verão "Kids on fire", organizado pela igreja pentecostal estadunidense.
Todo esse fundamentalismo evangélico foi revelado por Heidi Ewing e Rachel Grady, diretoras de "Jesus Camp", que ano passado perdeu o Oscar de melhor documentário para "Uma verdade inconveniente", de Al Goore. "Jesus Camp" trata da relação entre religião e política nos EUA, além de aprofundar temas discutidos pelas diretoras em documentário anterior.
O documentário, vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Tribeca, narra a rotina, no acampamento, de Rachel, de 9 anos, de Tory, de 10, e de Levi, de 12, três seguidores da teologia do cristão renascido, e de Becky Fischer, a pastora que ensina ao seu rebanho infantil que Harry Potter é discípulo do demônio e que o aquecimento global é um mito da ciência. Fischer ainda obriga seus educandos a carregarem fetos de plástico em manifestações contra o aborto. No "Kids on fire" as crianças são preparadas para se tornarem "soldados do exército de Deus" e para recuperarem, em nome de Cristo, os EUA.
Segundo a Folha de São Paulo, "A imprensa americana considerou o filme um retrato contundente do fundamentalismo pentecostal nos EUA e de sua perigosa ingerência na política do país".
A apresentação de "Jesus Camp" pode ser conferida aqui.







